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terça-feira, 18 de maio de 2010

VOU ME CUIDANDO

A e eu estou cuidando da minha saúde. Pra mim isso é princípio. Fazer atividade física é uma das coisas que mais amo. 
Ontem, como se fosse a qualquer lugar e nem tão longe sai devagarinho e então, fui  me distanciando e o relógio rodando e acabei por correr 15 km, em 1h20.
Hoje, depois de aguardar 60 dias, fui tomar mais uma dose das vacinas contra tétano e hepatite ... febre amarela já esta em dia e estou fora do grupo de risco da gripe suina.
No próximo mês, vou ao Hemocentro de Brasília, como no final do ano passado, doar sangue e me colocar a disposição para doação de medula óssea, pois na época me esqueci de informar essa condição.
Como daqui nada se leva, quando eu morrer, já disse, se possível for, sou doador de todos os órgãos que forem capazes de captar.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A VIDA É FEITA DE CONVERSAS


É velho o ditado que daqui nada se leva além da vida que levou. O corpo é matéria orgânica, após a morte é enterrado e se decompõe por completo. Mas se não se leva nada então é bom deixar boas lembranças e recordações, como: o que foi escrito num papel; as fotografias; os bons momentos; os parentes e amigos; o amor e carinho; a árvore que plantou; o desejo de uma vida melhor para seu semelhante e para aquele necessitado de um órgão, não é mesmo?
Esta de volta à agenda nacional a doação de órgãos. Alguns acham polêmico o assunto. Convicções religiosas, medo e falta de esclarecimento são só algumas das razões para que o sucesso na captação de órgãos seja pequena.
Eu penso diferente. Penso que é uma questão humanitária. Doar órgãos devería ser algo natural, nas situações clínicas em que é possível fazê-lo. E que o Estado devería ter campanhas permanentes e hospitais capazes de atender a demanda dos que querem doar órgãos, pois é sua a responsabidade por milhares de vidas que estão na fila dos que necessitam de um órgão para transplante.
Quando se chega a necessitar de um transplante, não tem mais remédio. Somente outro órgão no lugar será possível a retomada das funções "normais", as custas de medicamentos contra a rejeição pelo resto de sua vida.
No entanto, é imensurável a felicidade de uma pessoa que está no "corredor da morte", pela necessidade de um órgão vivendo ou vegetando a sorte de máquinas, transfusões, medicamentos e etc., então, aparece uma família de bom coração e anuncia o desejo de dar sobrevida aquele seu semelhante.
"A vida é feita de conversas. Basta uma para salvar vidas". Assim, é preciso que se fale com os familiares. Se anuncie o desejo de ser um doador de órgãos e que essa vontade seja respeitada, quando da constatação da morte.


Mais sobre a campanha de doação de órgãos, acesse: Ministério da Saúde


Imagem da campanha de doação de órgãos do MS.