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terça-feira, 11 de outubro de 2011

CACHOEIRA DO BISNAU E SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO BISNAu

Data: 12/10/2011 - Quarta-feira
Local de Encontro em Brasília: Posto Flamingo
Horário de Encontro em Brasília: 07:30
Local de Encontro em Formosa: Lagoa Feia
Horário de Encontro em Formosa: 09:00
Horário de Retorno: 14 horas para aproveitarmos o peixe na telha de Formosa

O Sítio Arqueológico do Bisnau é indicado para quem não tem muito fôlego, e mesmo assim não dispensa aventura, a visita ao Sítio arqueológico do Bisnau é promovida de caminhadas leves.
A região conta com indescritíveis figuras em suas formações rochosas – são mais de 29 sítios arqueológicos nas imediações. Neles encontram-se sinais gráficos em pedras que vão desde escavações rupestres de baixo - relevo a pinturas monocrômicas. O local esconde grandes segredos dos nossos antepassados, garantem os guias.

Com o caminho fresco na cabeça, pode-se ir à Cachoeira do Bisnau, a 130 km de Brasília, localizada no distrito de Bezerra, no município de Formosa-GO. Uma cachoeira encrustada em mata fechada, rara no cerrado.

Características:
Rústico. Da sede da fazenda à parte de cima da cachoeira é aproximadamente 1 km, que pode ser tranquilamente feito por veículo 4×2. O responsável pela propriedade é o Sr Gil. Para quem não quer se esforçar, é um prato cheio, pois o estacionamento da cachoeira é ao lado dos laguinhos para banho. Próximo ao estacionamento há 1 banheiro e mesas rústicas para refeições.
No entanto, para visualizar a cachoeira de frente é necessário descer uma trilha pelo lado direito do rio, com nível de dificuldade alto em alguns pontos de barranco. A descida leva em torno de 30 minutos. De Brasília, vá em direção à saída norte ( Sobradinho ) para pegar a BR-020 ( Brasília x Fortaleza ). Siga em direção à Formosa. Após Formosa, continue pela BR-020 e passe pelo Distrito de Bezerra ( quebra-molas ). Aproximadamente 10 km após Bezerra, haverá ao lado direito da pista 2 pamonharias. Esta é a entrada para o Bisnau.
A partir da Pamonharia, pegue a única estrada de chão que sai entre as 2 pamonharias. Após o segundo mata-burro haverá uma estrada à esquerda, em direção a um vale que pode ser visualizado de longe.
Pegue a entrada, ande por uns 300 metros e haverá uma bifurcação.
Pegue para a direita e após uns 200 metros observe um muro de pedras à esquerda. Logo a frente estará a sede da fazenda administrada pelo Senhor Gil. Pague R$10,00 e ele abrirá a porteira para o caminho de carro até a cachoeira. Não há dificuldades nesse trecho, apenas uma porteira quase quebrada que deve ser mantida fechada.

O que faremos: 

Visitaremos o Sítio Arqueológico do Bisnau e depois iremos à Cachoeira do Bisnau até a parte de baixo. No final, se o pessoal topar iremos comer o tradicional peixe na telha de Formosa

O que levar:
Roupa de trilha: calça tectel, camisa, tênis, boné, repelente, filtro solar e capa de chuva (se chover)
lanche: barra de cereal, sanduíches leves, fruta, isotônico, castanhas e muuuuiiita água

Nível de dificuldade: 

Médio em consideração que o terreno perto da cachoeira é escorregadio e a subida de volta é íngreme (desnível de aproximadamente 130 metros)

Quanto custa: 

Reservar 20 reais para entrar na cachoeira, 30 para rachar gasolina e 50 para o peixe na telha.




Fonte: e-mail informativo, que circula na lista de discussão do Grupo Caminhada de Brasília. Atividade proposta por Clarinha, em 29/09/2011.

terça-feira, 27 de abril de 2010

ISSO NUNCA VAI ACONTECER COMIGO

AMÉRICA DO SUL, Brasil, Centro Oeste, Planalto Central e por fim coladinha ao Distrito Federal fica a hospitaleira cidade goiana de Formosa. Limpinha, bonitinha, organizada, de mulheres bonitas e rapazes trabalhadores.
Foi bem ali pertinho da saída dessa cidade, na primeira curva entrando a direita passei quatro dias de minha vida acantonado nas instalações do 6º Grupo Astro de Lançamento de Foguetes Múltiplos para participar da 1ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Orientação de 2010.
E foi lá até o último dia da competição que acreditava na máxima "isso nunca vai acontecer comigo". Dessa vez aconteceu comigo. Como pode uma pessoa pegar a sinalética de outra categoria, chegar no ponto de controle e , em razão disso, achar que não é seu e ficar procurando o que já tinha encontrado. Isso aconteceu comigo.
Para não ser pouco, depois de muito tempo perdido nesse ponto de controle número um e ter descoberto a minha falha (sinalética errada) tudo ia bem até passar pela chegada com o tempo de pouco mais de duas horas de pista de Orientação e ao descarregar o chip na base do computador de chegada  e, então, descobrir que não tinha gravado a passagem pelo décimo terceiro ponto de controle (o famigerado 49, que muita gente penou para encontrá-lo) o que não foi tanto meu caso.
Não gravar passagem por um ponto de controle a regra é clara: o atleta é automaticamente desclassificado e isso também nunca tinha acontecido comigo, fazendo uso de recurso eletrônico de apuração, pois tinha muita confiança em mim e no equipamento imaginando que ele não apresenta defeito e que eu sería infalível na passagem dos pontos de controle, até esse dia.
Bom, bom ... não tenho o que reclamar pois Orientação é o meu esporte. O esporte que amo de paixão e pretendo praticá-lo por toda minha vida.
Mas fica a lição de que qualquer coisa pode acontecer com a gente sem o menor aviso.
Assim, tomemos cuidado. Só isso e venha praticar Corrida de Orientação.
Vem ...